sexta-feira, 12 de novembro de 2010

25 de Julho

25 de julho, data que marca o começo de uma(duas) grande(s) história(s)...
Um mesmo amor, uma mesma paixão, a dança. Esta que foi capaz de unir dois corações que tem a certeza de estarem juntos.
Um dia antes, ele e ela nem tinham se visto, ou melhor, apenas não tinham se encontrado com o mesmo olhar. Era domingo a tarde, os dois ali, frente ao mesmo sonho, ao mesmo desejo, apreciando cada movimento de quem entrava naquela roda para dançar. Mas alguma coisa estava diferente, algo que nenhum dos dois podia imaginar estava prestes a acontecer. Algumas horas depois, uma conversa:
- Ah o cara ali dança muito! - e um sorriso se estampou no rosto dos dois!
- Ahan,muito bom mesmo!
E conversa vai, conversa vem, toda aquela euforia, aquele calor, todo aquele espaço era pequeno para o que estavas prestes a ter um começo. A conversa ficou mais interessante e foi ao ar livre, naquela tarde ensolarada que os dois começaram a se conhecer. 
Aquelas perguntas que todo mundo faz ao se conhecer: de onde é, o que gosta, há quanto tempo dança, o que faz da vida e tudo mais. Passaram-se horas e durante a conversa, algo a mais foi acontecendo, sem ser percebido. De repente, um beijo. Meio discreto, meio envergonhado, meio tímido, mas que bastou para marcar.
Os dois se olharam de uma maneira tão sincera, inocente, tão cúmplice, que ali permaneceram, entre beijos, abraços, olhares e milhares de sorrisos, até o sol se esconder. A hora da despedida foi a mais estranha, rápida, mal podendo sentir os lábios um do outro, permanecendo aquela vontade de querer estar junto. Mas foram, um para cada direção, voltando à vida normal. 
A cada dia que passava o contato era maior, até que mais uma vez, A DANÇA, aproximou-os novamente. Um final de semana juntos, todos os dias se encontrando, conversas, mais conversas e um sentimento que ia nascendo. Até que isso se tornou muito forte e ela não aguentou, falou que amava-o e, por surpresa dela, ele disse que também a amava. Não tinha um dia que não deixavam de se ver, de conversar, mesmo viajando para dançar, ou tendo outros compromissos, eles sempre mantinham contato, e isso só fazia com que quisessem um ao outro, cada vez mais. 
Amor no ar, encontros, apaixonados, aquela cumplicidade, amizade e companheirismo, até que uma noite, no meio de uma de suas conversas, ele a pede em namoro! Ela surpresa, chora - de alegria -  e aceita o pedido dele! Os dias passam e eles só percebem que são necessários um ao outro, que são capazes de se entenderem, que juntos conseguem atravessar qualquer barreira, qualquer dificuldade, e conseguem transmitir isso a cada pessoa que está ao seu redor, pois deixam transparecer toda aquela alegria, aquele sentimento de amar e ser amado!


(continua...baseado em fatos reais)
Espero que tenham gostado!! :*

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